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Archive for the ‘Caracteres Musicais’ Category

Michael Laurence Nyman

Na Trilha do Cinema a homenagem ao compositor britânico Michael Laurence Nyman (23 de Março de 1944) que compôs as trilhas sonoras dos filmes Ligações Externas (1988), O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante (1989) O Piano (1993), O Diário de Anne Frank (1995), Gattaca (1997) e inúmeras outras.

O Piano é uma produção áustralo-franco-neozelandês de 1993, escrito e dirigido por Jane Campion. Por sua composição para este filme, Michael Nyman foi indicado ao Globo de Ouro e ao BAFTA – ambos de 1994 – como a Melhor Trilha Sonora.

 

 

 

 

 

 

Ouçamos duas belas composições do filme O Piano.

 

 

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O compositor James Roy Horner

Na Trilha do Cinema a homenagem ao compositor americano James Roy Horner (Los Angeles 14/08/53) que foi nomeado ao Oscar em sete ocasiões: Aliens – O Resgate, de 1986, Campos de Sonhos, de 1989, Coração Valente, de 1995, Apollo 13, de 1995, Titanic, de 1997, Uma Mente Brilhante, de 2001 e House of Sand and Fog de 2003. Ganhador do Oscar pelas trilhas dos filmes Titanic e Avatar.

 

 

 

Lendas da Paixão é uma produção americana de 1994, dirigida por Edward Zwick e estrelado por Brad Pitt, Anthony Hopkins, Aidan Quinn e Julia Ormond.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Espero que curtam esta inspiradora trilha sonora do filme Lendas da Paixão.

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Na trilha do cinema de hoje a homenagem ao compositor francês de origem belga e norueguesa Yann Pierre Tiersen (Brest 23/6/1970) que se tornou mundialmente conhecido pelas trilhas sonoras dos filmes O Fabuloso Destino de Amélie Poulain e Adeus, Lenin!

 
A obra de Yann Pierre Tiersen no filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain foi indicado ao BAFTA (British Academy of  Film and Televison Arts) na categoria de Melhor Trilha Sonora e premiado com o CÉSAR (o Oscar francês) nesta mesma categoria.
 
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain é uma produção francesa de 2001 dirigida por Jean Pierre Jeunet e estrelada por Audrey Tautou, Mathieu Kassovitz, Rufus e Yolande Moreau.
 

Yann Pierre Tiersen

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ouçamos a bela composição intitulada Comptine  D’Um Autre Été
 
Para continuarmos no mesmo, clima ouçamos também La Valse D’Amelie
 
Quero agradecer a minha amiga Fabiana Udolpho pela indicação da trilha sonora de hoje. Realmente duas lindas e comoventes trilhas de cinema.

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Na trilha do cinema desta sexta-feira vamos ouvir o tema “Parade Of The Charioteers” (ou a corrida de bigas) do filme Bem-Hur uma produção americana de 1959 dirigido por William Wyler.

O tema “Parade Of The Charioteers” foi escrita pelo compositor húngaro Miklós Rózsa (1907-1995) que levou o Oscar de 1960 como a melhor trilha sonora.

Interpretação The Johann Strauss Orchestra com a regência de André Rieu.

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Antonio Salieri – Um grande compositor

Revi tantas vezes o filme Amadeus dirigido por Milos Forman que eu poderia, por assim dizer, “dialogar” com os personagens já que sei, na ponta da língua, todos os diálogos e as sequências das cenas e tudo mais. Uma verdadeira Obra-Prima! Não é à toa que levou oito Oscars da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas em 1985 nas seguintes categorias: Filme, Diretor (Milos Forman), Ator (F.Murray Abraham como Antonio Salieri), Direção de Arte, Figurino, Maquiagem, Som e Roteiro Adaptado.

Já escrevi muito sobre este filme e todo mundo que me conhece já está cansado de ler minha opinião sobre esta obra.  Sendo assim, vou poupá-los deste sacrifício.

Este texto é para comentar sobre a grande injustiça que o filme Amadeus faz com a figura de Antonio Salieri. Claro que a personalidade invejosa, mesquinha e diabólica de Salieri retratada no filme é fruto da imaginação dos roteiristas. Assim como a imagem que eles (os roteiristas) transmitiram aos espectadores de um músico medíocre desprovido de talento ou uma pessoa sem importância no cenário musical da época. Até mesmo sua posição como compositor da corte (nomeado pelo próprio Imperador José II) e maestro da Orquestra Imperial é retratado mais como “artimanhas” e tramas políticas de Salieri em detrimento de sua falta de capacidade artística. Nada mais falso! Até porque, não tivesse ele o talento que em realidade tinha, não teria ocupado cargos tão relevantes na corte de José II onde a música tinha papel importante na corte.

Fosse Salieri um sujeito desprovido de musicalidade e técnica não teria igualmente sido professor de música de Ludwig Van Beethoven, Carl Czerny, Johann Nepomuk Hummel, Franz Liszt, Giacomo Meyerbeer, Ignaz Moscheles, Franz Schubert e Franz Xaver Süssmayr. Para provar que tinha bom relacionamento com Mozart ensinou também ao filho mais novo do genial Wolfgang, Franz Xaver a arte da boa música.

Claro que Wolfgang Amadeus Mozart era um gênio e não tem como compará-lo com Antonio Salieri e sua obra em muito era superior em qualidade e genialidade. Tanto que hoje se conhece mais a obra de Mozart do que a obra musical de Antonio Salieri. Mas isso é uma opinião particular minha. Até porque, gosto mesmo mais das composições de Wolfgang Amadeus Mozart do que as obras de Antonio Salieri. Pode haver controvérsia nos círculos dos estudiosos do tema quanto a quem é superior a quem nesta história toda.. Que eles se manifestem… Todavia, Salieri estava muito longe da mediocridade a que os roteiristas o coloraram perante a história. Muito menos culpado pela morte do jovem compositor.

Provavelmente deveria haver uma certa rivalidade entre ambos e com outros músicos da época para ficar nas “graças” do Imperador e manter-se na corte e assim fazer mais sucesso com o público e assim lotar os teatros e tudo mais. Não esqueçamos que o público da época (e não só os que circulavam nos corredores e salões dos palácios) cantarolavam músicas clássicas como hoje a juventude cantarola as músicas dos sertanejos universitários. Putz, que inveja daqueles tempos e que diferença de qualidade musical.

Eu confesso que preferiria ter vivido naquele tempo e circular pelas ruas a assoviar composições de Mozart. Mas isso também é outra história e provavelmente haverá controvérsias… De qualquer forma é preciso colocar Antonio Salieri no pódio dos grandes músicos clássicos já que ele tinha talento para tanto e compôs inúmeras peças entre óperas, sinfonias e música sacra. No youtube existem inúmeras obras deste grande compositor que podem ser apreciadas.

Abaixo trechos de algumas de suas obras. Depois me digam se o cara tinha ou não talento!

Sinfonia Veneziana

Abertura da Ópera Axur

Final da Ópera Axur

Final da Ópera Tarare

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Que Woody Allen é um gênio todo mundo sabe. Devo confessar que sou grande fã deste diretor que sabe como poucos fazer o casamento perfeito entre a cena que se assiste e a trilha sonora que se ouve. Quentin Tarantino e Pedro Almodóvar são outros diretores que possuem esta capacidade de fazer este casamento perfeito. Mas neste momento quero fazer uma homenagem à espetacular cena de abertura do filme Manhattan. Um primor de imagem e som. A ousadia de Allen em fazer um filme todo em Preto e Branco na época em que Hollywood só produzia filmes coloridos merece ser aplaudido.  Tal recurso dá a verdadeira dimensão do que o diretor quer transmitir ao espectador e chega a ser um personagem na história. Hoje seria impraticável produzir um filme em preto e branco. Agora tudo tem que ser em 3D e explosão de cores e efeitos. Perdeu-se a interpretação e os diálogos. Mas isso é outra história.

Este universo intimista em preto e branco onde primam os diálogos inteligentes e a belíssima fotografia de Gordon Willis confere a Manhattan um filme inesquecível. Neste momento em que os diálogos (ou mesmo os monólogos tão característicos da obra de Allen) estão quase que extintos no cinemão americano é com raro prazer que revejo esta fantástica abertura e a belíssima trilha sonora de George Gershwin “Rhapsody in Blue”

Aqui a cena final deste belíssimo filme

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A musicalidade emocionante deste negro fantástico!

Sábado é um dia especial para donos de locadoras mundo a fora. Sábado chovendo então é o paraíso! Mesmo em tempos de pirataria uma chuva fininha num sábado ajuda bastante para ouvir o barulho das moedas a tilintar na caixa registradora. Claro que o ideal seria ficar em casa. De pernas para o ar a ouvir uma boa música ou ver um bom filme… Nada de trabalhos num sábado chuvoso. Mas enfim o que me cabe neste momento é trabalhar e trabalhar já que a aposentadoria ainda não despontou no horizonte. Se eu fosse Deputado ou Senador já estaria aproveitando a vida com meros quatro anos de pouco trabalho. Mas sou um reles contribuinte do sistema previdenciário brasileiro e são preciso 35 anos de contribuição e, bem… É melhor deixar pra lá para não desanimar. Mas não era sobre aposentadoria que eu estava falando e sim de um sábado chuvoso.

Para colocar um pouco de sol nesta nebulosidade toda nada melhor que ouvir B.B. King com sua voz maravilhosa e sua guitarra extraordinária. Aliás, hoje resolvi ouvir só B.B.King para levantar o astral e não me deixar cair na nostalgia e assim enfrentar um dia inteiro de trabalho. Pelo menos terei boa companhia e boa música. Salve este negro fantástico e sua incrível capacidade de emocionar-me com sua arte!

Para não dizer que sou egoísta segue alguns vídeos para que os amigos também possam levantar o astral e chegarem ao fim do dia agradecendo aos céus pela existência de B.B.King.

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