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Archive for the ‘Caracteres Musicais’ Category

No filme Yantl, Barbra Streissand interpreta Papa Can you hear me? de forma inesquecível e emocionante. Impossível ficar indiferente. Aliás, recomendo o filme que é belissimo na Direção de Arte, Figurinos e é claro no roteiro da própria Barbra Streissand.

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Um painel de vinte anos da boa música negra americana

Para os amantes do Blues é uma delícia a trilha sonora do filme Cadillac Records escrito e dirigido por Darnell Martin. Você poderá ouvir algumas músicas que imortalizaram grandes nomes da música americana que originou posteriormente o velho rock. Vai conhecer um pouco da história da gravadora Chess Records (no Brasil conhecida por Cadillac Records) fundada por Leonard Chess (Andrien Brody) em Chicago que lançou nomes como Etta James (brilhantemente interpretado por Beyoncé Knowles), Chuck Berry (Mos Def), Muddy Water (numa interpretação interessante de Jeffrey Wright) e muitos outros.

A primeira parte do filme confesso que fiquei meio perdido visto que a história corria rápido demais e tive a impressão que o roteirista quis apressar um pouco as coisas para chegar finalmente a retratar a gravadora no auge do sucesso quando lançava nomes que se tornariam famosos no blues, no jazz e o nascimento do rock. Infelizmente não conhecemos muito a história de Leonard Chess e seus pupilos no decorrer do filme. Apenas algumas pinceladas aqui e ali e a boa música de Etta James e seu relacionamento tumultuoso com bebidas, drogas e a profunda dor de não ter o reconhecimento de seu pai.  Racismo, violência, drogas, sexo (muito sexo) e boa música são o que surgiu no caminho destes negros e sua fantástica criatividade musical. Um verdadeiro painel musical dos anos 40 aos anos 60.

A produção caprichou na reconstituição de época e figurinos. A interpretação dos atores é brilhante e convincente. Até mesmo a cantora Beyoncé dá seu recado com competência e Jeffrey Wrght idem. A trilha sonora como já disse é fantástica e é o personagem principal desta história. Após o término do filme é impossível não correr para a estante e procurar todos os discos de Etta James e deliciar-se. Procure no youtube que você vai encontrar vídeos destes grandes dinossauros da boa música negra americana e como os músicos brancos foram beber nesta fonte.

Cenas do filme Cadillac Records

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Um Instrumentista de Talento. Vai deixar saudades!

Homenagem a Paulo Moura um dos saxofonistas e clarinetistas mais requisitados no Brasil e no exterior. Em 2000 recebeu o Grammy – o maior prêmio da música mundial, com seu trabalho “Pixinguinha” .

Conheci o talento de Paulo Moura em um programa musical da extinta TV Manchete (Que saudades da programação da Manchete!). Me cativou a primeira vista (ou mais especificamente, a primeira audição). Tocava seu instrumento com alma e um virtuosismo impressionantes. O instrumental brasileiro perde um ícone e um ser humano reconhecido por seu talento musical e sua pessoa cativante e de grande presença de palco.

Abaixo Doce de Côco última música executada por Paulo Moura antes de partir para o andar de cima e tocar seu maravilhoso instrumento junto com os anjos.

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A Televisão aberta brasileira é de uma precariedade de programação aos sábados e aos domingos (e nos demais dias da semana também) que dificilmente se encontra algo interessante para assistir. Felizmente ontem à noite foi um prazer enorme acompanhar o concerto de abertura do 41º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão com transmissão da TV Cultura. O regente convidado para o concerto de abertura do festival foi o uruguaio Carlos Kalmar que iniciou a apresentação com a execução do Hino Nacional que foi acompanhado de pé pelo público que lotava o auditório Cláudio Santoro.

A primeira parte do concerto propriamente dito iniciou-se com a execução da abertura da obra “O Carnaval Romano”, Opus 9 de Hector Berlioz executado pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. A seguir a orquestra apresentou a obra do compositor Carl Reinecke “Concerto para flauta em ré maior, opus 283” tendo como solista o suíço Emmanuel Pahu considerado o maior flautista do mundo que foi aplaudido de pé e voltou ao palco para dar um bis de um trecho de parte do terceiro movimento do concerto. Não conhecia esta obra de Carl Reinecke e fiquei impressionado pelo romantismo e o “diálogo” entre flauta e violoncelos.

A segunda parte do concerto iniciou-se com a obra “Livro dos Sons” do compositor brasileiro Rodolfo Coelho de Souza. Esta obra é interessante porque o compositor fez uma junção dos instrumentos normais de uma orquestra com a tecnologia de computador e sintetizadores. O Segundo movimento desta obra destaca-se, portanto, da utilização destes elementos eletrônicos (computador e sintetizador) em harmonia com os demais instrumentos da orquestra. Confesso que fiquei com o pé atrás ao saber desta “novidade” no concerto. Mas devo dizer que ficou uma obra bastante contemporânea e muito legal de se ouvir. O primeiro movimento pareceu-me uma trilha sonora de algum filme de suspense em seus labirintos sonoros. Muita percussão também no terceiro movimento. Parecia mesmo um “livro” com vários capítulos onde o compositor nos transportava a vislumbrar (ouvir) vários sons de uma grande floresta e seus característicos sons ambientais. Segundo a reportagem do programa, esta obra foi composta para o 41º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão que tem como lema “Música e seus Diálogos”. Nada mais propício que este diálogo entre instrumentos de orquestra e sons de sintetizadores. Afinal a música precisa rejuvenescer e acompanhar as diversas formas de expressões musicais e, assim como Mozart, procurar outras formas de expressões e incluí-las na orquestra. Este “diálogo” entre instrumentos é salutar para a sobrevivência da música clássica.

Para finalizar, o maestro Carlos Kalmar regeu a OSESP na obra “Sinfonia nº 7 em ré menor, opus 70” de Antonín Dvorák. Uma obra dramática, mas, de um romantismo comovente. Desta obra eu gosto muito do terceiro movimento (Scherzo, Vivace-poco meno mosso). No youtube você pode conferir a obra inteira. Pena que está em pedaços…

Dizem que o povo não gosta de música clássica, mas o auditório estava lotado (com ingressos vendidos a R$ 80,00). Sorte que existe uma televisão não comprometida somente com o Ibope e que, vez por outra, se possa ver uma programação de alto nível e apreciar a sensibilidade e a criatividade humana para compor músicas desta qualidade. A Televisão Cultura vai apresentar outros concertos neste Festival de Campos do Jordão no programa “Cultura em Campos”. Espero assistir ao maior número possível.

Para quem quiser acompanhar as transmissões veja a programação disponibilizada no site:

6/07 – 23h Cultura em Campos Especial

11/07 – 23h Concerto com Antônio Menezes e Maria João

13/07 – 23h Orquestra Sinfônica Brasileira

18/07-23h Filarmônica de Minas Gerais e Nelson Freire

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Após assistir ao filme Vicky Cristina Barcelona, do cineasta Woody Allen deu-me uma saudade do violão mágico de Paco de Lucia e sua interpretação inesquecível para esta obra inspiradora e caliente como só o violão espanhol é capaz de reproduzir.

Emocione-se com Entre dos Aguas e a interpretação visceral de Paco de Lucia

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Tenho uma predileção por musicais e por Hair é uma paixão avassaladora. Principalmente é claro pelas interpretações musicais apresentadas no filme. Cada cena é de uma beleza fantástica e contagiante. Além é claro de retratar uma época de paz e amor e de certa dose de inocência. Éramos ingênuos naquela época e a rebeldia era mais uma forma de sair dos padrões comportamentais rudes dos nossos pais. Guerra, horários e tudo mais era caretice e só paz e amor eram o lema dos hippies anos 60. A famosa era de aquários. Uma música foi tema de muitas “viagens” e lema de uma juventude transviada.

Este vídeo é fantástico. Plasticidade, coreografia e música. Bárbaro.

Outra que gosto muito neste filme é este: Good Morning Starshine:

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Capa do CD "DE VITERBO" de Rubinho Antunes

Recebi da minha amiga Kika o CD do Trompetista Rubinho Antunes e foi uma grata surpresa conhecer este músico de talento e sensibilidade. É gratificante perceber que a música instrumental brasileira se renova e que podemos ouvir outras melodias e novos talentos além daqueles que a mídia nos empurra ouvido abaixo! Agora este instrumentista de talento já está com lugar garantido na minha discoteca e vou ouvi-lo sempre com grata surpresa e emoção.

Jazz e bossa nova pelo talento de Rubinho Antunes. Ouçam seu trumpete na composição De Viterbo e, assim como eu, o aplaudam com entusiamos!

Parabéns, Rubinho!

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Com Grêmio Campeão Gaúcho e ouvindo, até a exaustão, o hino do time tricolor por todos os auto-falantes potentes nos carros que circulavam na minha rua lembrei-me de Lupcínio Rodrigues ou Lupe carinhosamente chamado por seus amigos e admiradores. Para quem não é gremista e não sabe, devo dizer que o hino do time é de autoria deste grande poeta Porto-Alegrense. Mas Lupe não é famoso só por este hino futebolístico mas sim por suas  letras e melodias de um amor incondicional e sofrido. Sua expressão mais conhecida “dor de cotovelo” virou estilo musical e todo homem que sofre por um amor perdido ou não correspondido sabe a dor que sente.

Este era Lupcínio Rodrigues um grande compositor, letrista e amante que soube, como ninguém, entender e expressar, em forma de música, a dor de todo homem que sofre ou sofreu de amores perdidos e não correspondidos. Para matar a saudade do velho Lupe uma de suas interprestações inesquecíveis: Loucura

 

Loucura

E aí
Eu comecei a cometer loucura
Era um verdadeiro inferno
Uma tortura
O que eu sofria
Por aquele amor
Milhões de diabinhos martelando
O meu pobre coração que agonizando
Já não podia mais de tanta dor
E aí
Eu comecei a cantar verso triste
O mesmo verso que até hoje existe
Na boca triste de algum sofredor
Como é que existe alguém
Que ainda tem coragem de dizer
Que os meus versos não contêm mensagem
São palavras frias, sem nenhum valor
Oh! Deus, será que o senhor não está vendo isso
Então, porque é que o senhor mandou Cristo
Aqui na terra para semear amor
E quando se tem alguém
Que ama de verdade
Serve de riso pra humanidade
É um covarde, um fraco, um sonhador
Se é que hoje tudo está tão diferente
Porque não deixa eu mostrar a essa gente
Que ainda existe o verdadeiro amor
Faça ela voltar de novo pro meu lado
Eu me sujeito a ser sacrificado
Salve seu mundo com minha dor

 

Letra: Lupcínio Rodrigues

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Para uma véspera de feriado nada melhor que ouvir uma boa música e ficar no clima para aproveitar bem o fim-de-semana. Gosto muito do violoncelista Julian Lloyd Webber e a sua interpretação para este Noturno Opus 9 Número 2. Na minha rádio no Twitter você pode ouvir outras músicas deste fantástico instrumentista.

Chopin’s Nocturne Op.9 No.2 performed by Julian Lloyd Webber and the Royal Philharmonic Orchstra conducted by James Judd from the CD Cello Moods

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Não resisti ao impulso e vou publicar aqui outra musica de Lloyd Webber.

No Matter What

Não Importa O Quê

No matter what they tell us Não importa o quê eles nos digam,
No matter what they do Não importa o quê eles façam,
No matter what they teach us Não importa o que eles nos ensinem,
What we believe is true O que nós acreditamos é verdadeiro.
No matter what they call us Não importa do que eles nos chamem,
How ever they attack De qualquer forma que eles ataquem,
No matter where they take us Não importa onde eles nos levem,
We’ll find our own way back Nós encontraremos nosso próprio caminho de volta.
I can’t deny what I believe Eu não posso negar o que acredito,
I can’t be what I’m not Eu não posso ser o que não sou.
I know I love forever Eu sei que amarei eternamente,
I know no matter what Eu sei, não importa o quê [aconteça]…
If only tears were laughter Se ao menos lágrimas fossem risos,
If only night was day Se ao menos noite fosse dia,
If only prayers were answered Se ao menos orações fossem respondidas,
Then we would hear God say Então nós ouviríamos Deus dizer:
No matter what they tell you Não importa o quê eles te digam,
No matter what they do Não importa o quê eles façam,
No matter what they teach you Não importa o que eles te ensinem,
What you believe is true O que vocês acreditam é verdadeiro.
And I will keep you safe and strong E eu manterei você segura e firme
And sheltered from the storm E protegida da chuva.
No matter where it’s barren Não importa onde esteja árido,
Our dream is being born Um sonho está nascendo.
No matter who they follow Não importa quem eles sigam,
No matter where they lead Não importa quem eles liderem,
No matter how they judge us Não importa como eles nos julguem,
I’ll be everyone you need Eu serei todos de quem você precisa.
No matter if the sun don’t shine Não importa se o sol não brilhar
Or if the skies aren’t blue Ou se o céu não está azul,
No matter why they ended Não importa qual seja o final,
My life began with you Minha vida começou com você.
I can’t deny what I believe Eu não posso negar o que acredito,
I can’t be what I’m not Eu não posso ser o que não sou.
I know this love’s forever Eu sei que este amor é para sempre.
That’s all that matter’s now Isso é tudo que importa agora,
No matter what Não importa o quê [aconteça]…
No, no matter what Não importa o quê [aconteça]
No, no matter what, no, no matter Não, não importa o quê, não, não importa
That’s all that matter’s to me Isso é tudo que importa pra mim
No, no matter Não, não importa
That’s all that matter’s to me Isso é tudo que importa pra mim
No, no matter Não, não importa
That’s all that matter’s to me Isso é tudo que importa pra mim
No, no matter Não, não importa
That’s all that matter’s to me Isso é tudo que importa pra mim
No, no matter what Não, não importa
That’s all that matter’s to me Isso é tudo que importa pra mim
No, no matter what Não, não importa
That’s all that matter’s to me Isso é tudo que importa pra mim

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Gosto muito de shows da Broadway. Tenho no meu acervo várias peças de extraordinário talento musical, coreográfico e cenográfico deste tipo de espetáculo. Nesta linha de shows meu preferido é Andrew Lloyd Webber. De sua autoria possuo Cats e Joseph And His Amazing Technicolour Dreamcoat além de um tributo à sua genialidade realizado na China (com interpretações de artistas locais) e um tributo também realizado nos Estados Unidos (algumas músicas interpretadas, brilhantemente, por Antônio Banderas e Glen Close). Sem contar é claro o filme O Fantasma da Ópera da qual Lloyd Weber foi produtor executivo e alguns DVDs de Sarah Brightman (ex- mulher de Webber) e que interpreta várias músicas de sua autoria.

É difícil escolher apenas uma música para representar aqui toda a genialidade de Andrew Lloyd Webber. Deixo então meu tributo para a interpretação de All I Ask Of You interpretados por Sarah Brightman e Michael Ball no show “Andrew Lloyd Webber’s 50th Bday Bash”

Para quem quiser acompanhar, segue abaixo a letra desta canção:

(RAOUL)
No more talk of darkness
Forget these wide-eyed fears
I’m here, nothing can harm you
My words will warm and calm you

Let me be your freedom
Let daylight dry your tears
I’m here, with you, beside you
To guard you and to guide you

(CHRISTINE)
Say you love me every waking moment
turn my head with talk of summertime
Say you need me with you now and always
Promise me that all you say is true
That’s all I ask of you

(RAOUL)
Let me be your shelter
Let me be your light
You’re safe, no one will find you,
Your fears are far behind you.

(CHRISTINE)
All I want is freedom
A world with no more night
And you, always beside me
To hold me and to hide me

(RAOUL)
Then say you’ll share with me one love, one lifetime
Let me lead you from your solitude
Say you need me with you, here beside you,
Anywhere you go, let me go too,
That’s all I ask of you

(CHRISTINE)
Say you’ll share with me one love, one lifetime
Say the word and I will follow you

(TOGETHER)
Share each day with me
Each night, each morning

(CHRISTINE)
Say you love me!

(RAOUL)
You know I do.

(TOGETHER)
Love me, that’s all I ask of you.

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Para quem é gaúcho Guri de Uruguaiana é figurinha  bem manjada. Faz shows por todo o Estado e fora dele. Tem um acompanhante de palco que é o primeiro gaúcho Emo que se tem notícia. Seus shows estão sempre lotados e sua principal atração é o Canto Alegretense, de autoria de Neto Fagundes. Ele já interpretou esta canção com várias melodias ou paródias. Canto Alegretense ao estilo Hino Nacional, a estilo Michael Jackson e inúmeros outros. É só procurar no you tube para se admirar a criatividade do artista. Não deve ser fácil transformar Canto Alegretense.

Para quem não conhece a letra “oficial” segue o vídeo com Os Serranos:

E o hit do momento é a homenagem do Guri de Uruguaiana aos Guris de Liverpool:

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Outono

Para dar um alento a estes momentos trágicos que passam nossos amigos do Rio de Janeiro nada melhor que um tempo de meditação ouvindo a bela música de Vivaldi.

A obra “As Quatro Estações” é de uma beleza inspiradora e reconfortadora neste momento difícil.

Que o restante da estação outonal possa ser tão bela como o Conerto nº 3: Outono para os nossos amigos Cariocas e sua cidade maravilhosa.

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Billie Holidey consegue sempre emocionar-me de uma forma incrível.  Sinto saudades de um tempo e de experiências de vida que não são minhas . Sempre penso que nasci na década errada e que estou deslocado neste tempo que não me pertence. Como se eu fosse um viajante no tempo que não consegue mais retornar ao seu mundo. Billi Holiday consegue fazer, de alguma forma, que eu me reencontre e me sinta inteiro e feliz.

Claro que eu sou muitíssimo feliz atualmente e sou parte integrante e atuante no meu círculos familiares e de amigos. É, acima de tudo, uma saudade nostálgica (retundante, mas enfim…) é o que eu sinto.

Muito estranho isso. Ouvi-la é uma forma de viajar para o meu passado ou para minha outra vida. Saudades do que não se viveu. Existe isso? Comigo isto ocorre muitas vezes.  Mas agora quero ouvir Billie e sonhar…

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Quando ouvi, pela primeira vez, Ne Me Quitte Pas na voz de Maysa foi algo surreal. Primeiro porque não entendo uma vírgula em Frances e na época eu era praticamente adolescente e este tipo de música não era o que poderia se chamar de música para pirralho.  Mas de alguma forma esta música grudou em mim de forma indelével. De tempos em tempos esta música aparece na minha vida e ela surgiu novamente na minissérie Maysa. Lá estava Ne Me Quitte Pas  novamente interpretada divinamente por Maysa. Corri para a internet para buscar o vídeo de pessoas que interpretaram esta música. Confesso que esta interpretação de Jacques Brell foi a mais impactante. Ele não canta simplesmente esta música. Ele a vive intensamente com todo o seu ser. Sente-se o palpitar do seu coração e a dor que hora sente. Definitivamente é a melhor interpretação de Ne Me Quitte Pas. Maysa que me perdoe. Mas Jacques Brel é imbatível. Até porque, foi das entranhas de seu coração ferido que saiu a letra e a melodia desta canção de cortar os pulsos. Motivos ele teve como se percebe.

Veja o vídeo e emocione-se até as lágrimas!

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Nada melhor que, após uma semana estressante de trabalho, chegar em casa e ouvir os Concertos de Brandenburgo de Johann Sebastian Bach. Confesso que descobri esta obra um pouco tarde na minha vida, apesar de sempre ter gostado de música clássica. Mas nunca é tarde para se ter o prazer de ouvir esta obra inspiradora. Constituída de cinco atos representa o período barroco.

Abaixo o terceiro ato.

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