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Archive for setembro \29\UTC 2010

A produção cinematográfica dirigida por Richard Donner Super-Homem – O Filme, inspirou Gilberto Gil na música “Super-Homem – A Canção”. Não é pra menos. A cena em que o super-herói muda o curso da história para salvar sua amada Lois Lane é comovente e, acima de tudo, uma verdadeira prova de amor. Apesar de toda a tecnologia nos efeitos especiais eu realmente gosto muito desta cena. Emoldurada ainda com a excelente trilha sonora de John Williams ficou para sempre na mente e no coração dos apaixonados mundo a fora.

Um trecho da letra Super-Homem – A Canção em que Gilberto Gil faz referência à cena comentada acima.

“Quem sabe o super-homem venha nos restituir a glória
Mudando como um Deus o curso da história
Por causa da mulher”

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Al Pacino - como sempre - perfeito!

Que Al Pacino é um excelente ator ninguém duvida. Seus trabalhos sempre são impregnados de verdade, convicção e interpretação soberba. Quem não se lembra de seu desempenho como o tenente-coronel Frank Slade no Filme Perfume de Mulher dirigido por Martin Brest?

Antes de morrer Frank Slade (Al Pacino) contrata o jovem Charlie Simms (Chris O’Donnell) para ajudá-lo a passar um fim de semana inesquecível em Nova York.

A Cena do tango ficou famosa pela plasticidade, pelo desempenho impecável dos bailarinos e é claro pela música “Por Una Cabeza” de Carlos Gardel e Alfredo Le Pera.

Por sua interpretação em Perfume de Mulher, Al Pacino recebeu o Oscar e o Globo de Ouro como melhor ator no ano de 1993.

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A união perfeita entre roteiro, interpretação e trilha sonora.

A bela atriz Jennifer Connelly muito jovem já demonstra talento em seu primeiro trabalho de atriz no papel de Débora Gelly na obra prima de Sergio Leone Era Uma Vez na América. Pena que não escolheu com critério seus trabalhos posteriores e ainda não foi devidamente explorada como a atriz competente que é. Robert DeNiro está no seu auge como ator. Sua interpretação para o conturbado, apaixonado e arrependido David Aaronson é simplesmente arrasador.

Sergio Leone faz aqui uma obra prima sobre as escolhas que fazemos na vida e suas consequências. David Aaronson (Robert DeNiro) é um sujeito que amou perdidamente Debora Gelly mas não soube (por inúmeras circunstâncias e escolhas) mantê-la ou amá-la como gostaria. Preferiu seguir outro destino, mas sempre teve esperanças de conquistá-la ou mesmo fazer com que ela aceitasse viver em sua companhia mesmo agindo como gangster. Claro que um romance nestes termos é impossível e Debora resolve seguir seu rumo em busca da sua carreira de bailarina. Cada um segue então por caminhos opostos, mas sempre um amor latente a ligá-los por anos e anos de separação.

Muito mais que retratar este amor impossível e estas escolhas (erradas ou não) que fazemos na vida o filme retrata ainda o valor da amizade, do companheirismo e, acima de tudo, da cumplicidade nos atos e em assumir as responsabilidades.

A trilha sonora de Ennio Morricone é quase como um personagem deste drama humano. Impossível não sentir um aperto no coração ao ouvir o “Deborah’s Theme” e seguir o olhar perdido de David trinta e cinco anos depois ao relembrar os momentos da juventude onde “espiava” o bailado de Debora no bar do pai dela. Relembrar estes momentos e ter a perspectiva da perda e a certeza da impossibilidade de ter vivido um grande amor. Sempre fico muito emocionado ao relembrar esta cena.

O filme é fantástico na sua reconstituição de época numa direção de arte eficiente. A interpretação dos atores mirins igualmente interessantes e convincentes assim como a atuação de James Woods, Elizabeth McGovern, Treat Wiliams, Joe Pesci, Danny Aiello e James Russo. Sem sobra de dúvida o melhor filme de Gangster de todos os tempos.

Evidentemente que a cena aqui retratada é o momento em que David Aaronson relembra seu grande amor ao som da inesquecível obra prima “Deborah’s Theme” de Ennio Morricone.

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Casablanca é um daqueles filmes que você pode relembrá-lo de várias formas: Pela trilha sonora; pelo desempenho dos atores Humphrey Bogart, Ingrid Bergman e Claude Rains; pelos diálogos famosos; pela fotografia em preto e branco; pela reconstituição de época, pelos figurinos clássicos e românticos e é claro pela cena em que Ilsa Lund Laszlo pede a Sam para tocar “As Time Goes By”.

A sinopse do filme é a seguinte: A cidade de Casablanca, então localizada no Marrocos governado pela França de Vichy, era o penúltimo ponto na rota à América.

Os refugiados que ali residiam necessitavam de um visto (Letter of transit) para Portugal, e apenas em Lisboa embarcariam em um navio para o Novo Mundo. E um dos locais de encontro era o bar Rick´s.

Seu dono, Rick Blaine, é um homem que tenta não se envolver com a política, pois seu estabelecimento é frequentado por todos os tipos de clientes, como nazistas, aliados e ladrões, entre outros. Rick também é amigo do corrupto Capitão Renault.

Um dia um major alemão vai a Casablanca em busca de um ladrão que havia roubado duas letter of transit. O casal que necessitava destes documentos para sua fuga à América era Ilsa Lund e Victor Lazlo, importante líder da resistência tcheca.

"Sempre Teremos Paris"

A cena mais comentada e que ficou registrada na memória coletiva é justamente o momento em que Ilsa (Ingrid Bergman) pede ao pianista Sam (Dooley Wilson) que toque “As Time Goes By

Eis o pedido que marcou época:

Ilsa: – Toque uma vez, Sam. Pelos bons velhos tempos.

Sam: – Eu não sei o que você quer dizer, Senhorita Ilsa.

Ilsa: – Toque, Sam. Toque “As Time Goes By”.


Por esta razão, é esta a cena que vamos relembrar aqui neste espaço.

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"Eles" insistem em me tratar como se eu fosse um palhaço!

O Superior Tribunal Federal ficou no impasse sobre a votação da Ficha Limpa… O Tiririca talvez seja o Deputado Federal mais votado do país… Durma-se com um barulho destes!

Pois não é que nossos ministros do Superior Tribunal Federal entraram num impasse de 5×5 na votação da Ficha Limpa e a eleição foi suspensa e sabe-se lá quando teremos o veredicto deste assunto importante e, infelizmente, polêmica decisão. Digo infelizmente porque deveria ser líquido e certo que candidato salafrário, corrupto, com ficha corrida na polícia não deveria participar de pleito eleitoral algum. Para entrar em uma empresa de pequeno porte o dono do estabelecimento exige atestado de antecedentes dos candidatos à vaga para a mais simples função na empresa. Por que não deveríamos exigir o mesmo dos nossos representantes no Congresso? Para uma função tão relevante para os destinos deste país continental seria salutar termos a mesma preocupação e não colocarmos em Brasília pessoas indignas e com passagem na Justiça. Mas o STF ficou no impasse e o Brasil em suspenso. Roriz agradece comovido.

O pior de tudo é saber que vamos ter que conviver com o Tiririca como Deputado Federal. Não por ele ser palhaço, mas por ser uma pessoa que não tem preparo político nenhum. E mais sério ainda: Não possuir sequer propósitos políticos sérios, projetos para o bem coletivo ou ainda não ter a mínima noção das atribuições de um Deputado Federal. Será massa de manobra dos “Tubarões” da politicagem e vai, com certeza, tornar-se outro “anão” do Congresso e trazer mais benefícios para os “Politiqueiros Profissionais” que sabem manobrar os inocentes e ignorantes em benefício próprio.

Eu que não ganho salário astronômico como ministro do STF não estou em dúvida: NÃO VOTO EM CANDIDADO FICHA SUJA e em “CELEBRIDADE”. Não sou palhaço! Apesar de insistirem em me transformarem em um.

VOTO DE PROTESTO É NÃO VOTAR EM CANDIDADO FICHA SUJA OU EM CELEBRIDADES!

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Steven Spielberg é um cara de uma criatividade espantosa. Seus filmes rendem milhões em bilheteria e tantos outros milhões de admiradores mundo a fora. É fácil encontrar cenas antológicas em suas produções e, com certeza, vais encontrá-las citadas e homenageadas aqui neste espaço. Hoje quero falar sobre uma cena em especial do filme Contatos Imediatos do 3º Grau.

Em resumo a história é a seguinte: Roy Neary (Richard Dreyfuss) é operário da rede de cabos que juntamente com outras pessoas experimentam um contato “visual”, testemunhando a presença de extra-terrestres no céu. Após o evento que mudou a sua vida, a inexplicável visão de uma estranha imagem como a de uma montanha o perturba constantemente. Para o desespero de sua família, ele fica obcecado em descobrir o que aquela visão representa, fazendo com que ele vá a um lugar onde eles terão contatos imediatos de terceiro grau.

Quem não se lembra da cena do pouso da nave mãe à Montanha do Diabo onde estavam reunidos vários cientistas que aguardavam ansiosamente a “comunicação” com alienígenas? O grande momento foi o “diálogo” que se estabeleceu entre humanos e os extra-terrestres com a famosa melodia das cinco notas. Este diálogo é algo surpreendente já que a música (assim como a matemática) são linguagens universais e foi, sem sombra de dúvida, um achado em termos de dar credibilidade a cena e ao diálogo que se estabeleceu depois. Ao transmitir as cinco primeiras notas à nave mãe e esta por sua vez responder foi algo que emocionou platéias no mundo inteiro. O diálogo que se seguiu depois entre a nave e os humanos é um momento inesquecível na sétima arte. O compositor John Williams mais uma vez surpreendeu pela beleza da trilha sonora e marcou, definitivamente, a cena na memória de milhões de pessoas.

A extinta Rede Manchete de televisão chegou a usar as “cinco notas” da trilha do nas suas vinhetas.

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Nunca subestime a capacidade de “adoração” de um fã!

Louca Obsessão, Dirigida por Rob Reiner é um filme baseado no livro homônimo de Stephen Kink e conta a história de Paul Sheldon (James Caan) um escritor de sucesso que no livro que está para publicar “matou” o personagem principal de sua obra. Está em viagem pelo interior do país e sofre um acidente automobilístico e é salvo pela enfermeira Annie Wilkes (Kathy Bates) grande fã e assídua leitura de seus livros. Annie fica possessa ao saber que Paul matou o personagem mais famoso do livro e tenta, de todas as formas, convencê-lo a mudar de idéia. Claro que vê seus apelos recusados uma vez que o livro já está escrito e prestes a ser publicado. Pronto, está selada a sorte (ou no caso, o grande azar) do famoso escritor.

Annie Wilkes não se dá por vencida. Queima os originais e começa a torturá-lo de todas as formas para convencê-lo a reescrever o livro. No momento mais denso e dramático do filme ela faz a seguinte declaração a um perplexo e angustiado indefeso:

– Você já ouviu falar do antigo sistema das minas de diamantes de Kimberley?

Sem esperar resposta completa:

– A operação se chamava “Mancando”

Seguindo de um monólogo macabro deixando a platéia tensa e o perplexo Paul mais apavorado ainda. Após praticar o ato bárbaro de quebrar os pés de seu grande ídolo diz, com a face mais branda possível:

– Deus, eu te amo!

Esta cena é de dar calafrios na espinha! Por sua interpretação Kathy Bates recebeu em 1991 os seguintes prêmios na categoria de Melhor Atriz: Oscar, O Globo de Ouro e o CFCA Award.

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