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Archive for julho \29\UTC 2011

No filme 25º Hora, dirigido por Henri Verneuil o personagem Johann Moritz (Anthony Quinn) é um simples camponês romeno totalmente alienado casado com a bela Suzana (Vírna Lisi). O casal leva uma vida dura para sustentar os filhos e desconhece completamente os acontecimentos históricos que se desenrolam quase no quintal de sua casa. O filme começa com a família reunida para a festa de batizado e todos cantam e dançam felizes pelo acontecimento cristão no vilarejo. De repente a rádio começa a transmitir o discurso visceral de um homem que interrompe a programação normal enquanto uma criança dorme no quarto. Acordada com os berros do homem a tal criança começa a chorar e Moritz dirige-se ao aparelho para desligá-lo ignorando completamente a identidade do sujeito que faz seu vigoroso discurso. Está a ponto a desligar o aparelho quando é impedido pelo padre e outras “autoridades” presentes na festa que estão apreensivos com o desenrolar da Segunda Guerra Mundial e interessados em que tem a dizer o homem no rádio. Na sua ingenuidade, Moritz pergunta ao pároco quem é aquele homem bravo que parece espumar pela boca enquanto grita coisas que ele pouco ou nada entende o que diz. Recebe como resposta “Adolf  Hitler”. Ele dá de ombros e segue sua vida indiferente aos acontecimentos. Mal sabe que seu destino será brutalmente modificado por tais acontecimentos.

Aproveitando-se da situação o chefe da polícia local, que está interessado em Suzana, resolve acusar Moritz de ser judeu para assim afastar o marido para longe da bela esposa e assim ter chance de conquistá-la. Falsamente acusado de judeu Johann é enviado a um campo de concentração para trabalhar na construção de um canal. Inicia-se assim uma terrível saga deste humilde homem que não faz à menor ideia das razões da guerra e quem está lutando contra quem. Não sabe quem são seus amigos ou inimigos nesta guerra e a política não lhe entra na cabeça. Não consegue argumentar ou se fazer entender já que é ignorado por todos por ser uma pessoa completamente alienada e ingênua. Vai aceitando seu destino resignadamente só com o desejo de retornar ao lar.

Envolve-se na fuga do campo de concentração quase que por acaso. Já começa a acreditar que talvez seja mesmo judeu e que “merece” o castigo a que foi imposto pelo regime nazista. Ao tentar embarcar para a América com os seus companheiros de fuga é vetado pelo Comitê de Ajuda aos Judeus por ser cristão! Ao questionar tal atitude diz, como a lamentar seu destino: “vivi como judeu durante um ano e meio e agora não sou considerado judeu?” Acabe preso novamente pelos alemães e, numa reviravolta impressionante, é “descoberto” por um cientista nazista que estuda seu biótipo e o considera um “exemplar modelo da raça Ariana”.  Em uma situação tragicômica ele é apresentado numa reunião do alto comando nazista onde fazem a medição de seu crânio, seu nariz, boca, dentição, cor da pele, etc… Tratam o pobre Moritz como um animal em exposição e o condecoram como um verdadeiro Alemão! Tiram-lhe inúmeras fotos com o fardamento completo do nazismo para estampar capa de revistas como garoto propaganda do modelo da raça Ariana tão procurada pelos cientistas alemães. De prisioneiro passa a ser guarda do campo de concentração. Ele não entende nada do que se passa e não consegue atinar como trocou de lado nesta confusão toda. Com a vitória dos aliados na Segunda Guerra Mundial Moritz é detido mais uma vez como prisioneiro de guerra.

Com o fim do conflito é acusado de criminoso de guerra no Julgamento de Nuremberg já que estampou a capa de várias publicações como nazista. Por ironia é salvo por uma carta escrita por sua esposa Suzana que relata o estupro sofrido pelas tropas aliadas quando a cidade foi libertada dos alemães. Esta guerra Mortiz nunca entendeu e lutou de ambos os lados com um só pensamento: voltar para os braços da sua amada Suzana e ao convívio com seus filhos.

Moritz foi obrigado a trabalhos forçados durante um ano e meio por ser judeu. Depois não recebeu amparo do comitê que ajudava judeus a fugirem das áreas em conflito por ser católico. Posteriormente foi considerado como representante da pura raça Ariana e julgado como criminoso de guerra pelos americanos. Um homem que virou fantoche na engrenagem da guerra e que ficou à mercê dos poderosos e da burocracia que ele, definitivamente, não compreendia. O roteiro deixa evidente, na falta de diálogos, o quanto o personagem Johann Moritz estava perdido e como ele caiu nesta armadilha por ser um sujeito alienado. Retrata igualmente como a guerra influencia o cotidiano das pessoas e como ela interfere na vida de um povo, mesmo que ele tenha a pretensão de pensar que nada tem a ver com o conflito. Todos, de uma forma ou de outra, são vítimas de uma guerra que só ceifa vidas e destrói famílias. Na guerra, não existem vencedores e vencidos. Todos perdem e a “ignorância servil” de Johann Moritz só vem a provar que todos somos vítimas em potencial dos homens armados e suas estranhas estratégias de dominar o mundo.

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Alberto Iglesias

Na trilha do cinema de hoje a homenagem ao compositor espanhol Alberto Iglesias (1955) indicado duas vezes ao Oscar de Melhor Trilha Sonora. Em 2006 pelo filme O Jardineiro Fiel e em 2008 indicado por seu trabalho em O Caçador de Pipas.

É responsável por compor as trilhas sonoras dos filmes Fale com Ela, Má Educação, Volver, Tudo sobre Minha Mãe e Abraços Partidos, todos dirigidos por Pedro Almodóvar.

No filme Fale com Ela, Alberto Iglesias compôs a trilha em parceria com Vicente Amigo. Ouçamos então duas belíssimas composições:

 

 

Meu comentário sobre o filme Fale Com Ela publicado neste blog: https://maisde140caracteres.wordpress.com/2010/03/25/fale-com-ela/

 

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Porra, Amy!!!!

Porra, Amy! Tinha que nos abandonar tão cedo?

Porra, Amy! Porque tu te cercaste de pessoas que não estavam nem ai pra ti e só estavam mesmo a fim de continuar a usufruir do dinheiro que teu talento lhes proporcionava? Tu não percebeste não que eras para esta gente apenas “aquela” que financiava a festa?

Porra, Amy! Onde estavam teus verdadeiros amigos que não perceberam que tu estavas saindo da realidade e entrando num caminho sem volta com as bebedeiras e as drogas?

Porra, Amy! Porque tu não ouviste os conselhos da tua mãe e de teu pai que eram as pessoas que realmente estavam interessados no teu bem estar e mais preocupados com a mulher (e filha) do que com o mito e a celebridade criados pela mídia?

Sabemos que o amor é cego e para quem ama o bonito lhe parece, mas tu nunca, nunca mesmo sentiste que este amor do Blake só iria te levar para a o breu da mais intensa escuridão? Porra, Amy!

Porra, Amy! Não tinha ninguém com bom senso do teu lado, não?

Faltou alguém com coragem para te dizer umas duras verdades em alto e bom som e quem sabe umas boas palmadas na bunda para te salvar do vício! Ou será que todos estavam mais interessados em te explorar e assim sentiam medo de serem excluídos dos seus círculos de “amigos”? Porra, Amy!

Porra, Amy! Tanto talento desperdiçado no círculo vicioso das drogas e da bebedeira!

Aqueles que realmente amavam tua voz, tuas interpretações e tuas canções ficaram com um vazio no peito e uma tristeza imensa no coração.  Porra, Amy! Precisava nos deixar tão cedo?

Que tua morte sirva de exemplo a outros jovens (artistas ou não) para que não caiam nesta armadilha do desbunde das drogas e do álcool. Que sua entrada no famigerado Clube dos 27 tenha cerrado as portas para outros suicidas que estejam trilhando o mesmo caminho. Que sua precoce existência neste mundo sirva de advertência a esta juventude que acredita como tu acreditaste que tinha, no vício, amigos a seu lado.

Porra, Amy! Vais deixar saudades!

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Os escritores Dominique e Jèrôme Nebécourt criaram um romance capa espada para narrar às aventuras e desventuras do famoso médico, astrólogo, ocultista e profeta Nostradamus. Na verdade o livro O Caminho de Nostradamus procura contar a história deste místico antes dele se tornar o profeta mundialmente famoso e requisitado que hoje conhecemos pelo nome de Nostradamus.  Em suas páginas o leitor encontrará reviravoltas nos destinos de vários personagens, assim como os assassinatos de outros, estupros de mulheres indefesas e desejadas por poderosos da corte, intrigas palacianas e a luta pelo poder. Além é claro de ter uma visão das perseguições e percalços que Nostradamus sofreu até tornar-se o astrólogo oficial da corte de Catarina de Médicis na França.

Na cidade de Provença em 1533, Michael de Nostradamus é considerado um herege pela igreja católica que coloca máquina da inquisição em seu encalço. Apesar de gozar de boa fama e respeitabilidade nas suas primeiras premonições é perseguido implacavelmente pela inquisição sob comando de Ochoa que deseja queimá-lo vivo em praça pública. Temendo pela própria vida foge para Paris com seu avô Jean. Na fuga seu avo revela ao neto, antes de ser assassinato por Ochoa, a origem da família: eles são descendentes da tribo israelita de Issacar e, por natureza, guardiões dos segredos do destino humano. Seu nome secreto éprova de sua missão: Nostra Damus. “Nós damos o que possuímos.”

Nostradamus

Em Paris Nostradamus instala-se, a princípio como perfumista, mas continua seus estudos sobre ocultismo e astrologia. Sua fama de fazer horóscopos é logo aceita pelo povo da grande cidade e acaba conquistando os poderosos da corte com suas previsões e também por suas poções mágicas baseadas em ervas, chás e emplastros. Com a fama que cresce dia após dia é requisitado então por Catarina de Médicis para fazer previsões sobre a sucessão de Francisco I rei da França e seu sogro. Como era casada com Henrique, segundo na linha de sucessão, tinha grande interesse em saber seu futuro e a possibilidade de tornar-se um dia rainha. Como as previsões de Nostradamus mostravam que Catarina de Médicis um dia tornar-se-ia rainha a ligação entre ambos se estabeleceu de forma duradoura e bastante íntima. Era difícil para ela aceitar este realidade já que seu marido era o segundo na linha de sucessão e só com a morte do rei e seu primogênito este fato se realizaria. Por dez anos de casamento não conseguiu engravidar e sua situação estava muito complicada na corte. Suas angústias só aumentavam na medida em que não conseguia herdeiros. Todavia Nostradamus continuava a afirmar que seria Rainha da França e teria papel importante na história mundial.

A história nos conta que Catarina de Médicis tornou-se Rainha de França quando ascendeu ao trono seu marido em 31 de março de 1547 até enviuvar em 19559. Será de novo rainha em 1574-89, Regente da França em 1552 (na curta campanha de Henrique II na Lorena) e de 1560 a setembro de 1574. Após a morte do marido, Catarina tornou-se regente de dois filhos, primeiro Francisco II e depois Carlos IX e Rainha-Mãe de Henrique III. Uma das personagens mais influentes das guerras da religião francesas foi uma das responsáveis pelo Massacre da noite de São Bartolomeu (prevista por Nostradamus), ocorrido durante as comemorações do casamento de sua filha Margarida de Valois, futura Rainha Margot, com o protestante Henrique de Navarra, futuro Rei Henrique IV.

Catarina de Médicis

Tendo como pano de fundo estes fatos históricos os autores misturam romances ficcionais e personagens interessantes para levar o leitor à última página. O livro capta a atenção já que tais personagens e situações tornam a leitura uma verdadeira saga de vingança, luta pela honra e, acima de tudo, a batalha entre a inteligência e a intransigência da igreja que queria manter o populacho na ignorância para melhor aprisioná-lo em suas teias de pecado e submissão.

Esta leitura é útil na medida em que o incita o leitor a buscar mais informações sobre Nostradamus e o contexto histórico daqueles tempos. Só assim será possível entender melhor tudo o que se passou com os personagens reais retratado no livro e assimilar a importância que ainda hoje possui este homem que todos chamam de Nostradamus. Suas profecias ainda estão na mídia e o livro intitulado “O Livro Perdido de Nostradamus” recentemente encontrado na Biblioteca do Vaticano, ainda está em estudos para autenticação de sua autoria, bem como a exatidão das previsões nele impressas. Por muito tempo ainda ouviremos falar deste astrólogo uma vez que suas escritas ainda prevêem fatos futuros.

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Assisti segunda-feira última ao programa Roda Viva (TVE Canal 7) com o publicitário Washington Olivetto. Entrevista interessante de um cara que sabe como poucos tudo sobre os segredos da publicidade e a forma certa de atingir seu público alvo. Claro que o programa não se limitou a falar só sobre propaganda e os bastidores desta profissão que tem atraído cada vez mais jovens às universidades. Entre muitas revelações Olivetto falou sobre o sequestro que sofreu e as razões de não fazer marketing político.

Ao final do programa a jornalista Marília Gabriela quis saber do entrevistado sua opinião sobre a proibição de anúncios de cigarros e a complacência com que o CONAR – Conselho de Autorregulamentação Publicitária aceita, por outro lado, anúncios de bebidas alcoólicas. Em outras palavras, Marília queria que Olivetto desse seu parecer sobre estas questões e sobre os órgãos reguladores. Ele fez uma explanação bastante interessante salientando que esta atitude “paternalista” dos órgãos reguladores de tomarem para si a responsabilidade de permitir, ou não, o que o consumidor (e o cidadão em última análise) pode ou não pode comprar e consumir é arriscado. Cabe ao consumidor a prerrogativa de escolha. Para finalizar seu raciocínio, terminou com a seguinte frase:

“Entre o politicamente correto e o politicamente incorreto fico com o politicamente saudável”

Questionado sobre esta resposta Olivetto observou que a atitude politicamente correta é, por vezes, cansativa e chata. Quando não hipócrita. Por outro lado, o politicamente incorreto é mais atrativo (e alegre) em termos publicitários. Claro que cada caso é um caso e não se pode generalizar.

Concordo com o Washington Olivetto. Entre o politicamente correto e o politicamente incorreto também fico como politicamente saudável. Aliás, nada melhor que pensar e agir com bom senso. Esta turma do “Politicamente Correto” que invade todos os cantos deste país está fazendo com que todo mundo agora precise policiar-se ao falar para não ferir sensibilidades alheias ou minorias que se sentem atacadas injustamente. Estamos vivendo na época dos eufemismos em que é preciso, literalmente, caminhar sobre ovos. Uma palavra mal colocada, uma piada mal contada ou uma interpretação errada do que se ouve ou o que se diz pode ser a causa de um processo judicial por danos morais ou sermos acusados de preconceituosos. Este policiamento do pensamento está nos tornando a todos hipócritas. O pensamento agora deve ser massificado e a nossa forma de agir e pensar deve ser homogênea. Por vezes me sinto como se fosse o personagem Winston Smith do livro 1984 de George Orwell em que o Grande Irmão me vigia com seu olho que tudo vê. Vai chegar o tempo em que teremos também de usar um dicionário de novilíngua  para expressarmos nossas idéias e não ferir suscetibilidades.

Em nome do politicamente correto tentaram censurar o livro “Caçadas de Pedrinho” de Monteiro Lobato, por considerar a obra racista. Em defesa dos analfabetos funcionais criaram o tal “Preconceito Linguístico” para que alunos que não saibam falar e escrever corretamente não fossem excluídos socialmente. Até uma lei foi criada proibindo palavrões em campos de futebol para não ferir minorias, a mãe do juiz e os moralistas de plantão. Agora me diz: Quem em sã consciência leva a sério os palavrões que se diz nos estádios de futebol na hora da emoção de um gol ou na anulação de um pênalti?  Claro que não estou aqui a incentivar a violência ou coisa do tipo nos estádios! Mas quem já freqüentou ou freqüenta estádios de futebol sabe que até os amigos se tratam por “corno”, “viado”, “negão”, “alemão batata” e nem por isso são afrontas a quem quer que seja. Mas é preciso silenciar a arquibancada para não ferir ouvidos sensíveis… Este pessoal xiita da moral e dos bons costumes daqui a pouco vai proibir piada de português, loira, baixinho, gordinho, etc… etc… Que graça tem uma piada politicamente correta?  O escritor Pedro Juan Gutiérrez declarou “O politicamente correto está acabando com o mundo”

Claro que não estou a defender Rafinha Bastos e sua apologia ao estupro, ou o deputado Bolsonaro com sua homofobia ferrenha. Muito menos a piada de extremo mau gosto do Danilo Gentili sobre judeus. Claro que excessos devem ser evitados e apologia à homofobia deve ser duramente combatida. Também é evidente que o preconceito de qualquer natureza deve ser repudiado e não se deve igualmente calar-se contra esta prática nefasta da convivência social. Como disse Olivetto seria melhor vivêssemos a era do politicamente saudável e eu acrescentaria que seria bom não precisássemos viver vigiados pela turma do politicamente correto que radicaliza sua vigilância e quer monopolizar o livre pensar e agir da população. Bom senso, minha gente. É disso que precisamos.

Viva o politicamente saudável!

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Hoje é uma homenagem a um dos meus compositores favoritos em se tratando de trilha sonora cinematográfica: Ennio Morricone (Roma, 10/11/1928). Compositor, arranjador e maestro italiano que, ao longo de sua carreira, foi responsável pela trilha sonora de mais de 500 filmes e programas de televisão. Sua lista de prêmios é enorme como seu talento. Com certeza vocês encontrarão outras trilhas de Ennio Morricone neste espaço.

 

A trilha que vamos ouvir hoje é do filme Cinema Paradiso, uma produção italiana de 1988 escrita e dirigida por Giuseppe Tornatore e estrelado por  Philippe Noiret, Jacques Perrin, Salvatore Cascio,  Marco Leonardi e Agnese Nano. Este filme ganhou o Oscar e o Globo de Ouro de 1990 como Melhor filme Estrangeiro, além de outros prêmios.

 

 

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Para um pai é orgulho ver seu filho capa de jornal por uma causa nobre. Muito se fala da juventude perdida e que não existe esperança para este país continente ou para este planeta já não tão azul. Assim, saber que meu filho está lutando por causas ambientais em um ambiente tão distinto da sua vivência diária é um alento e uma certeza de que existe uma juventude atuante e lutadora.

Nesta expedição estão presentes jovens de vários países, idiomas distintos e culturas das mais diversas, mas com um objetivo comum: Lutar por uma boa causa ambiental. Apesar da distância e da saudade é bom dormir com a consciência tranquila de saber que meu filho, juntamente com seus companheiros ativistas do Greenpeace, está fazendo sua parte por um mundo melhor.

A pauta desta matéria foi sugerida por minha querida amiga e também colunista do jornal, Sônia Zanchetta ao Editor-Chefe Matheus Aguilar. Este escalou a jornalista Diléia Fronza para escrever a matéria que transcrevi acima e que foi publicada no Diário de Cachoeirinha, Edição do dia 12 de Julho de 2011. Obrigado a todos!.

O link do Diário de Cachoeirinha na internet é:

http://www.bancadigital.com.br/cg/dcachoeirinha/reader2/

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